segunda-feira, 31 de março de 2014

sexta-feira, 28 de março de 2014

Cuidado: Em obras - Caution: Work in Progress


Esta semana foi um verdadeiro presente embrulhado em fita vermelha para mim.
Solicitada para substituir as aulas de quatro mestres, homens de Deus, a quem admiro muito e deles tenho aprendido, em 6 dias na FaculdadeFidelis Teologia e um dia na Igreja Menonita Ágape de Curitiba:

Introdução às Línguas Originais - Hebraico (Prof. Dr. Antonio Renato Gusso), para a turma do segundo ano;

Estudo de Livro do Novo Testamento - Lucas (Prof. Dr. Antonio Renato Gusso), para a turma do terceiro ano;

Panorama do Antigo Testamento II (Prof. Dr. Arthur W. Dück), para a turma do primeiro ano;

Teologia Sistemática I (Prof. Dr. Arthur W. Dück), para a turma do segundo ano;

Anabatismo (Prof. Dr. Arthur W. Dück), para a turma do terceiro ano;

Teologia Sistemática II (Prof. Dr. Arthur W. Dück), para a turma do terceiro ano;

Espiritualidade (Prof. Mestre Santareno Augusto Miranda), para a turma do terceiro ano;

Liderança (Prof. Mestre Hans G. Peters), para a turma do terceiro ano da Escola Ministerial Agape.

Aqui, minha gratidão a Deus pela oportunidade de aprendizado e capacitação, pelos desafios, apesar da dor de garganta, pela graça de poder serví-lo, bem como pela recepção dos alunos, pela confiança que estes servos de Deus tem depositado em minha vida.

Que eu possa continuar aprendendo, focada na pessoa de Cristo, através de pessoas como estes servos de Deus, porque não passo de um projeto em construção.

Mesmo sem vínculo empregatício, o estágio, cada momento, cada aula, tem sido uma escola de vida prá mim, e não quero desperdiçar nenhuma dessas preciosas experiências.

Especialmente, minha gratidão à Diretora Viviane Gomes Garcia, pela confiança, pelo incentivo, por não me deixar desanimar nem intimidar diante de tantos desafios.

À Faculdade Fidelis e à Igreja Menonita Agape de Curitiba, o meu muito obrigado.

Com carinho

Angela Natel
 — in Curitiba.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=365222016950364&set=a.137140053091896.28836.137128436426391&type=1&theater

Contemplação


Parte integrante do livro 'Teologia em Poesia', de Angela Natel - http://pt.slideshare.net/eetown/teologia-em-poesia-de-angela-natel

domingo, 23 de março de 2014

Figuras de Linguagem



Amo figuras de linguagem
Dão-me total liberdade
Posso esconder um pensamento
Num vão momento.

Sou traçada novamente
Pela régua que me oprime
Como rio que corre lentamente
Pela costa que o define.

Sinto não poder me calar
Sob a chuva de ideias que caem sobre mim
Divago tal qual animal engaiolado
Sou desnudado.

Por isso tome o rolo de palavras
Nas mãos, e corra com ele.
Não pare até que eu avise
Em minhas convicções não pise.

A língua é um fenômeno carismático
Ela sorri para mim debochando
Da ironia que tentei expressar
Ela não vai me decepcionar.

Por isso uso um milhão de verbetes
Só para dizer que estou apaixonada
Pela inteligência de quem me cativa,
Pela mente que me atiça.

Então grave o meu nome
Sobre o véu que cobre o seu coração
E as mentiras que ele te contar
Que te façam me amar.


Angela Natel – 23/03/2014.

Centro do Universo


Parte integrante do livro 'Teologia em Poesia', de Angela Natel -http://pt.slideshare.net/eetown/teologia-em-poesia-de-angela-natel

sábado, 22 de março de 2014

Caminho


Parte integrante do livro 'Teologia em Poesia', de Angela Natel -http://pt.slideshare.net/eetown/teologia-em-poesia-de-angela-natel - mais em https://www.facebook.com/pages/Angela-Natel/137128436426391

Assista antes que tirem do ar:

quinta-feira, 20 de março de 2014

quarta-feira, 19 de março de 2014

Ah, largue mão!



Ah, largue mão, meu irmão,
dessa mania complicada
de ver sempre o erro do outro
antes de notar sua própria mancada.

A, largue mão, meu irmão,
de querer ser o consciente
o politicamente correto
com atitude incoerente.

Ah, largue mão, meu irmão,
de defender o perdão
só prá se sentir melhor
sem buscar reparação.

Ah, largue mão, meu irmão,
de querer o elogio
e quando não o recebe
tem o outro por vadio.

Ah, largue mão, meu irmão,
de se afastar de quem te ama
porque ouviu o que não queria
ou não gostou do que te chama.

Ah, largue mão, meu irmão,
de rejeitar a correção,
de ignorar o toque dado
e fingir ser santarrão.

Ah, largue mão, meu irmão,
de tratar as pessoas numa panela
como se a pessoa humana
não tivesse nada de singular nela.

Ah, largue mão, meu irmão,
de assumir trabalho que não é seu
reclamando de irresponsabilidade
não dando espaço para o que é meu.

Ah, largue mão, meu irmão,
de querer abraçar o mundo,
de defender o amor
mas no outro pisar fundo.

Ah, largue mão, meu irmão,
de estar sempre no controle, de querer ser deus,
veja se não é tempo, se não está na hora
de respirar, relaxar e olhar pros céus.

Angela Natel - 19/03/2014

A verdadeira batalha


Parte integrante do livro 'Teologia em Poesia', de Angela Natel -http://pt.slideshare.net/eetown/teologia-em-poesia-de-angela-natel

domingo, 16 de março de 2014

Crônicas de uma Divorciada


1.    Vestida para arrumar marido


            Ontem me perguntaram se eu estava vestida para arrumar marido.
            - Você não me viu vestida para arrumar marido, querido. – Foi a minha resposta a um caro amigo.
            Fiquei com aquilo na cabeça. Talvez fosse a ajuda que eu precisava para iniciar um projeto que minha irmã plantou (talvez sem o saber) em minha cabeça e coração há uns dias atrás: começar a escrever as “Crônicas de uma divorciada”.
            E cá estou eu, ouvindo Michael Jackson e Fun., me inspirando e respirando um pouco entre um plano de aula de Hebraico e o texto de minha dissertação de Mestrado em Teologia.
            Considero-me uma mulher normal, apesar de tudo. Mais do que já me considerei anteriormente. Hoje, aos trinta e cinco anos, divorciada há três, sozinha há cinco, desde que retornei da África. Mas há tempo para falarmos disso. Voltemos ao assunto do momento: vestida para arrumar marido.
            Tenho aprendido o valor de uma roupa. A cada dia descubro o poder que um uniforme exerce sobre uma pessoa, a magia que existe no papel assumido quando se escolhe determinada cor, o comprimento do vestido, o jogo de sobreposições. Tenho aprendido a ser mais sóbria, consciente de mim mesma, de marcar presença e valorizar cada momento, escolhendo um traje apropriado. Mas, será que existe a tal roupa para arrumar marido?
            Quando conheci meu ex (que Deus o tenha, mesmo em vida), eu de longe era preocupada com a aparência. É claro que eu sabia que a visão é um sentido importante para os homens, mas somente o namoro e o casamento me trouxeram a sensibilidade e afloraram em mim a criatividade da provocação. Pitadas de sutilezas começaram a surgir, transparências propositais, detalhes em renda, cetim, contrastes, como uma festa à fantasia num jogo de esconde-esconde, onde só sai perdendo quem assim o desejar.
            A cor da lingerie, o tecido macio sobre a pele, o conforto e a exuberância de um vestido, são como pincéis desenhando sobre nosso corpo a tela que desejamos expor ao mundo naquele momento. Somos, portanto, artistas do dia-a-dia, pintando e enfeitiçando as almas famintas com o que temos à disposição: nós mesmos.
            Já me vesti tentando ser hippie, rebelde, desleixada (sim, de propósito), roqueira, maloqueira, desarrumada, fui acidentalmente de pantufas para a escola, não gosto de Havaianas, prefiro Rider, e definitivamente amo vestidos, de tecido fresco, esvoaçante. Sinto falta de calças pantalonas, pelo estilo e pelo conforto. E, como tenho seios fartos, preciso ter atenção ao sutiã ou soutien (do francês soutien: suporte) e aos decotes.
            Se tem algo que aprecio hoje em dia é uma boa escolha, e as roupas se tornaram, ainda que não minha prioridade, um detalhe importante no jogo da vida, onde cada um exerce seu papel, escolhe a sua máscara e atua em defesa de todas as suas convicções. É por isso que não me vesti para arrumar um marido ontem à noite, mas com certeza tive a intenção de ser notada.

Angela Natel

Março de 2014

Analfabetismo


Parte integrante do livro 'Teologia em Poesia', de Angela Natel -http://pt.slideshare.net/eetown/teologia-em-poesia-de-angela-natel

sexta-feira, 14 de março de 2014

É hoje - venha conferir!


Estarei lá às 20h, compartilhando uma palavra sobre "Responsabilidade Teológica da Pregação Rimada" - vale a pena conferir.

Feliz dia Nacional da Poesia! Sim, é hoje, e vamos juntos fazer teologia!

Parte integrante do livro 'Teologia em Poesia', de Angela Natel -http://pt.slideshare.net/eetown/teologia-em-poesia-de-angela-natel

domingo, 9 de março de 2014

Teologia em Poesia, de Angela Natel


Dark Paradise




I’m not afraid of the dark,
Monsters, zombies, vampires.
Werewolves are my family
I live on a dark paradise.

People judge me by my face
By the words that I cannot speak
People scared me all the time
They make me feel so weak.

Moving in a cloud of doubts
It so easy to understand
The giants who whispered for me
They do not demand.

I’m calling, I’m crying for help
But it’s difficult to have a shield
To protect me against evil
found in a point of view.

So I’ve finally asked for death
After so many time
I cried loud and I kicked the bucket
Thinking that the fault was only mine.

Then I missed my family
The wolves who live in darkness
I made loud my howl
To not live anymore in loneliness.

So I make a toast
To this dark paradise
Where people can’t catch me
Where monsters can make me wise.

Angela Natel – 09/03/2014.


sábado, 8 de março de 2014

31 mulheres que me inspiram:


Mais sobre elas diariamente neste mês de março em https://www.facebook.com/pages/Angela-Natel/137128436426391

quinta-feira, 6 de março de 2014

Não vivo no passado

Não vivo do passado,
nem das coisas que me fizeram.
Tento caminhar cada dia:
como agir? como falar?

Se perco a confiança
como me relacionar?
Para evitar novos problemas
mudo meu jeito de andar.

É fácil confundir
as mudanças que ocorrem
com rancor, mágoa, falta de perdão
quando, na verdade
trata-se de prevenção.

Por isso estou cansada
de ser analisada
constantemente observada
e rotulada.

Crio meus próprios rótulos
escolho as minhas máscaras
sou responsável pelo que faço
e pelo que deixo de fazer.

Cada um que cuide de si
e ajude no que for possível
mas condenar ou absolver
não está em nossas mãos.

Por isso não vivo no passado
nem me arrasto em ruminações
tento descobrir uma maneira
de viver sem repetir erros
evitando novas feridas.

Angela Natel - 06/03/2014.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Máscara de Carnaval



Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Me vê uma daquela
Que esconde a tristeza
Que eu possa usar
Sobre as outras que uso.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Me vê uma brilhante
Prá esconder as sombras
Que encobrem meus olhos
No preconceito.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Que seja bonita
Que seja agradável
Que encubra a mentira
E o sofrimento.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Que esconda quem sou
Que oculte as máscaras
Do dia-a-dia
Dos papéis que represento.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Me traga aquela
Que vai me anestesiar
Que me traga prazer
Que me leve ao êxtase.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Que cubra meus sonhos proibidos
Que cale a voz dos hipócritas
Mesmo que por um breve momento
Que me ajude a fingir felicidade.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Sim, uma boa máscara
Que diga que tudo está bem
Que me faça esquecer as palavras desnecessárias
Que por um instante me encaixe neste mundo.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.


Angela Natel - 03/03/2014

domingo, 2 de março de 2014

Road To Zion~Petra





Há um caminho que leva à vida, os poucos que encontrá-lo nunca morrem
Picos das montanhas últimos agraciados branco de neve, o caminho se torna mais intensa, uma vez que vai

Coro
Há uma estrada dentro de você, dentro de mim há um também.
No peregrino no caminho da escuridão, o caminho para Sião está em seu coração,
a estrada para Zion está em seu coração

O rio corre ao lado da estrada, é águas vivas como elas fluem,
na voz líquido as chamadas de água, sobre os joelhos sedentos um peregrino cai

- Refrão -

Às vezes uma sombra escura e fria coloca como uma névoa toda a estrada,
Mas seja encorajado pela visão, onde há uma sombra há uma luz

- Refrão -

Às vezes é bom olhar para trás para baixo, nós viemos de tão longe que já ganhou
como solo, mas a alegria não é onde nós estivemos, a alegria é quem está esperando no final

- Refrão -

No peregrino no caminho da escuridão, o caminho para Sião está em seu coração
a estrada para Zion está em seu coração, o caminho para Sião está em seu coração

Guns N' Roses - South American Tour 2014: Eu fui!


Mais fotos em:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.154782507994317.36849.137128436426391&type=1

Discipulado


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Discernimento


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É hoje, e eu vou!


deus adrenalina


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Cuidado: Em obras - Caution: Work in Progress


Esta semana foi um verdadeiro presente embrulhado em fita vermelha para mim.
Solicitada para substituir as aulas de quatro mestres, homens de Deus, a quem admiro muito e deles tenho aprendido, em 6 dias na FaculdadeFidelis Teologia e um dia na Igreja Menonita Ágape de Curitiba:

Introdução às Línguas Originais - Hebraico (Prof. Dr. Antonio Renato Gusso), para a turma do segundo ano;

Estudo de Livro do Novo Testamento - Lucas (Prof. Dr. Antonio Renato Gusso), para a turma do terceiro ano;

Panorama do Antigo Testamento II (Prof. Dr. Arthur W. Dück), para a turma do primeiro ano;

Teologia Sistemática I (Prof. Dr. Arthur W. Dück), para a turma do segundo ano;

Anabatismo (Prof. Dr. Arthur W. Dück), para a turma do terceiro ano;

Teologia Sistemática II (Prof. Dr. Arthur W. Dück), para a turma do terceiro ano;

Espiritualidade (Prof. Mestre Santareno Augusto Miranda), para a turma do terceiro ano;

Liderança (Prof. Mestre Hans G. Peters), para a turma do terceiro ano da Escola Ministerial Agape.

Aqui, minha gratidão a Deus pela oportunidade de aprendizado e capacitação, pelos desafios, apesar da dor de garganta, pela graça de poder serví-lo, bem como pela recepção dos alunos, pela confiança que estes servos de Deus tem depositado em minha vida.

Que eu possa continuar aprendendo, focada na pessoa de Cristo, através de pessoas como estes servos de Deus, porque não passo de um projeto em construção.

Mesmo sem vínculo empregatício, o estágio, cada momento, cada aula, tem sido uma escola de vida prá mim, e não quero desperdiçar nenhuma dessas preciosas experiências.

Especialmente, minha gratidão à Diretora Viviane Gomes Garcia, pela confiança, pelo incentivo, por não me deixar desanimar nem intimidar diante de tantos desafios.

À Faculdade Fidelis e à Igreja Menonita Agape de Curitiba, o meu muito obrigado.

Com carinho

Angela Natel
 — in Curitiba.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=365222016950364&set=a.137140053091896.28836.137128436426391&type=1&theater

Contemplação


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Confissão


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Concretizando


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Chamado


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Certo ou errado


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Figuras de Linguagem



Amo figuras de linguagem
Dão-me total liberdade
Posso esconder um pensamento
Num vão momento.

Sou traçada novamente
Pela régua que me oprime
Como rio que corre lentamente
Pela costa que o define.

Sinto não poder me calar
Sob a chuva de ideias que caem sobre mim
Divago tal qual animal engaiolado
Sou desnudado.

Por isso tome o rolo de palavras
Nas mãos, e corra com ele.
Não pare até que eu avise
Em minhas convicções não pise.

A língua é um fenômeno carismático
Ela sorri para mim debochando
Da ironia que tentei expressar
Ela não vai me decepcionar.

Por isso uso um milhão de verbetes
Só para dizer que estou apaixonada
Pela inteligência de quem me cativa,
Pela mente que me atiça.

Então grave o meu nome
Sobre o véu que cobre o seu coração
E as mentiras que ele te contar
Que te façam me amar.


Angela Natel – 23/03/2014.

Centro do Universo


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Caminho


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Assista antes que tirem do ar:

Bruxaria


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Fera dentro de mim


Mais arte em https://www.facebook.com/pages/Angela-Natel/137128436426391?ref=tn_tnmn

Batalhas


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Ah, largue mão!



Ah, largue mão, meu irmão,
dessa mania complicada
de ver sempre o erro do outro
antes de notar sua própria mancada.

A, largue mão, meu irmão,
de querer ser o consciente
o politicamente correto
com atitude incoerente.

Ah, largue mão, meu irmão,
de defender o perdão
só prá se sentir melhor
sem buscar reparação.

Ah, largue mão, meu irmão,
de querer o elogio
e quando não o recebe
tem o outro por vadio.

Ah, largue mão, meu irmão,
de se afastar de quem te ama
porque ouviu o que não queria
ou não gostou do que te chama.

Ah, largue mão, meu irmão,
de rejeitar a correção,
de ignorar o toque dado
e fingir ser santarrão.

Ah, largue mão, meu irmão,
de tratar as pessoas numa panela
como se a pessoa humana
não tivesse nada de singular nela.

Ah, largue mão, meu irmão,
de assumir trabalho que não é seu
reclamando de irresponsabilidade
não dando espaço para o que é meu.

Ah, largue mão, meu irmão,
de querer abraçar o mundo,
de defender o amor
mas no outro pisar fundo.

Ah, largue mão, meu irmão,
de estar sempre no controle, de querer ser deus,
veja se não é tempo, se não está na hora
de respirar, relaxar e olhar pros céus.

Angela Natel - 19/03/2014

A verdadeira batalha


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Bartimeu


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Ao Deus da minha vida


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Crônicas de uma Divorciada


1.    Vestida para arrumar marido


            Ontem me perguntaram se eu estava vestida para arrumar marido.
            - Você não me viu vestida para arrumar marido, querido. – Foi a minha resposta a um caro amigo.
            Fiquei com aquilo na cabeça. Talvez fosse a ajuda que eu precisava para iniciar um projeto que minha irmã plantou (talvez sem o saber) em minha cabeça e coração há uns dias atrás: começar a escrever as “Crônicas de uma divorciada”.
            E cá estou eu, ouvindo Michael Jackson e Fun., me inspirando e respirando um pouco entre um plano de aula de Hebraico e o texto de minha dissertação de Mestrado em Teologia.
            Considero-me uma mulher normal, apesar de tudo. Mais do que já me considerei anteriormente. Hoje, aos trinta e cinco anos, divorciada há três, sozinha há cinco, desde que retornei da África. Mas há tempo para falarmos disso. Voltemos ao assunto do momento: vestida para arrumar marido.
            Tenho aprendido o valor de uma roupa. A cada dia descubro o poder que um uniforme exerce sobre uma pessoa, a magia que existe no papel assumido quando se escolhe determinada cor, o comprimento do vestido, o jogo de sobreposições. Tenho aprendido a ser mais sóbria, consciente de mim mesma, de marcar presença e valorizar cada momento, escolhendo um traje apropriado. Mas, será que existe a tal roupa para arrumar marido?
            Quando conheci meu ex (que Deus o tenha, mesmo em vida), eu de longe era preocupada com a aparência. É claro que eu sabia que a visão é um sentido importante para os homens, mas somente o namoro e o casamento me trouxeram a sensibilidade e afloraram em mim a criatividade da provocação. Pitadas de sutilezas começaram a surgir, transparências propositais, detalhes em renda, cetim, contrastes, como uma festa à fantasia num jogo de esconde-esconde, onde só sai perdendo quem assim o desejar.
            A cor da lingerie, o tecido macio sobre a pele, o conforto e a exuberância de um vestido, são como pincéis desenhando sobre nosso corpo a tela que desejamos expor ao mundo naquele momento. Somos, portanto, artistas do dia-a-dia, pintando e enfeitiçando as almas famintas com o que temos à disposição: nós mesmos.
            Já me vesti tentando ser hippie, rebelde, desleixada (sim, de propósito), roqueira, maloqueira, desarrumada, fui acidentalmente de pantufas para a escola, não gosto de Havaianas, prefiro Rider, e definitivamente amo vestidos, de tecido fresco, esvoaçante. Sinto falta de calças pantalonas, pelo estilo e pelo conforto. E, como tenho seios fartos, preciso ter atenção ao sutiã ou soutien (do francês soutien: suporte) e aos decotes.
            Se tem algo que aprecio hoje em dia é uma boa escolha, e as roupas se tornaram, ainda que não minha prioridade, um detalhe importante no jogo da vida, onde cada um exerce seu papel, escolhe a sua máscara e atua em defesa de todas as suas convicções. É por isso que não me vesti para arrumar um marido ontem à noite, mas com certeza tive a intenção de ser notada.

Angela Natel

Março de 2014

Analfabetismo


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Morte


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A questão do mal


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É hoje - venha conferir!


Estarei lá às 20h, compartilhando uma palavra sobre "Responsabilidade Teológica da Pregação Rimada" - vale a pena conferir.

Feliz dia Nacional da Poesia! Sim, é hoje, e vamos juntos fazer teologia!

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A Igreja dos meus sonhos


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A Bíblia e a natureza

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Teologia em Poesia, de Angela Natel


Dark Paradise




I’m not afraid of the dark,
Monsters, zombies, vampires.
Werewolves are my family
I live on a dark paradise.

People judge me by my face
By the words that I cannot speak
People scared me all the time
They make me feel so weak.

Moving in a cloud of doubts
It so easy to understand
The giants who whispered for me
They do not demand.

I’m calling, I’m crying for help
But it’s difficult to have a shield
To protect me against evil
found in a point of view.

So I’ve finally asked for death
After so many time
I cried loud and I kicked the bucket
Thinking that the fault was only mine.

Then I missed my family
The wolves who live in darkness
I made loud my howl
To not live anymore in loneliness.

So I make a toast
To this dark paradise
Where people can’t catch me
Where monsters can make me wise.

Angela Natel – 09/03/2014.


31 mulheres que me inspiram:


Mais sobre elas diariamente neste mês de março em https://www.facebook.com/pages/Angela-Natel/137128436426391

Não vivo no passado

Não vivo do passado,
nem das coisas que me fizeram.
Tento caminhar cada dia:
como agir? como falar?

Se perco a confiança
como me relacionar?
Para evitar novos problemas
mudo meu jeito de andar.

É fácil confundir
as mudanças que ocorrem
com rancor, mágoa, falta de perdão
quando, na verdade
trata-se de prevenção.

Por isso estou cansada
de ser analisada
constantemente observada
e rotulada.

Crio meus próprios rótulos
escolho as minhas máscaras
sou responsável pelo que faço
e pelo que deixo de fazer.

Cada um que cuide de si
e ajude no que for possível
mas condenar ou absolver
não está em nossas mãos.

Por isso não vivo no passado
nem me arrasto em ruminações
tento descobrir uma maneira
de viver sem repetir erros
evitando novas feridas.

Angela Natel - 06/03/2014.

Máscara de Carnaval



Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Me vê uma daquela
Que esconde a tristeza
Que eu possa usar
Sobre as outras que uso.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Me vê uma brilhante
Prá esconder as sombras
Que encobrem meus olhos
No preconceito.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Que seja bonita
Que seja agradável
Que encubra a mentira
E o sofrimento.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Que esconda quem sou
Que oculte as máscaras
Do dia-a-dia
Dos papéis que represento.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Me traga aquela
Que vai me anestesiar
Que me traga prazer
Que me leve ao êxtase.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Que cubra meus sonhos proibidos
Que cale a voz dos hipócritas
Mesmo que por um breve momento
Que me ajude a fingir felicidade.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.

Sim, uma boa máscara
Que diga que tudo está bem
Que me faça esquecer as palavras desnecessárias
Que por um instante me encaixe neste mundo.

Seu moço, por favor,
Me vê uma máscara
De carnaval.


Angela Natel - 03/03/2014

Road To Zion~Petra





Há um caminho que leva à vida, os poucos que encontrá-lo nunca morrem
Picos das montanhas últimos agraciados branco de neve, o caminho se torna mais intensa, uma vez que vai

Coro
Há uma estrada dentro de você, dentro de mim há um também.
No peregrino no caminho da escuridão, o caminho para Sião está em seu coração,
a estrada para Zion está em seu coração

O rio corre ao lado da estrada, é águas vivas como elas fluem,
na voz líquido as chamadas de água, sobre os joelhos sedentos um peregrino cai

- Refrão -

Às vezes uma sombra escura e fria coloca como uma névoa toda a estrada,
Mas seja encorajado pela visão, onde há uma sombra há uma luz

- Refrão -

Às vezes é bom olhar para trás para baixo, nós viemos de tão longe que já ganhou
como solo, mas a alegria não é onde nós estivemos, a alegria é quem está esperando no final

- Refrão -

No peregrino no caminho da escuridão, o caminho para Sião está em seu coração
a estrada para Zion está em seu coração, o caminho para Sião está em seu coração