quarta-feira, 17 de junho de 2009

Onde você guarda o seu racismo?

Sabe que racismo tem muito na África também.

Como eu sou branca, sempre fui tratada como tendo dólar. Os preços eram mais altos para mim, tudo dependia que eu pagasse mais. Eu não podia fazer minhas compras e dependia de uma moçambicana de confiança para fazer no meu lugar, para economizarmos.

Um dia, meu marido (que é negro) e eu discutimos na rua, e o policial veio perguntar a mim o se estava tudo bem, como se eu estivesse sendo perturbada por um negro. Precisava ver a cara dele quando eu disse que era meu marido.

3 comentários:

dona perfeitinha disse...

Oiê!
Amanhã sai nossa entrevista! Você passou tanta garra e força nas suas respostas que ficou algo importante de se ler. Muita gente, assim como eu, vai se emocionar. Com certeza!
Um beijo grande,
Talita.

Lúcia in the sky disse...

Também já sofri preconceito, dos alemães de Witmarsun! Nessa sociedade preconceituosa estou sempre lutando para não ter nem uma unha de racismo. Amo os negros e os admiro muito, mas as vezes percebo q ainda me falta alguma coisa, sei lá. Bjins

Juh Muniz disse...

Sério? Eu amo a África. E ainda irei pra lá. è bom que ja estou preparada. rsss


Na Fé.
=*

Onde você guarda o seu racismo?

Sabe que racismo tem muito na África também.

Como eu sou branca, sempre fui tratada como tendo dólar. Os preços eram mais altos para mim, tudo dependia que eu pagasse mais. Eu não podia fazer minhas compras e dependia de uma moçambicana de confiança para fazer no meu lugar, para economizarmos.

Um dia, meu marido (que é negro) e eu discutimos na rua, e o policial veio perguntar a mim o se estava tudo bem, como se eu estivesse sendo perturbada por um negro. Precisava ver a cara dele quando eu disse que era meu marido.