sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Uma estatueta de argila

 



Uma estatueta de argila do círculo de pedras de Xagħra, em Gozo, Malta, em exposição no centro de visitantes de Ġgantija. NEOLÍTICO, PRÉ-HISTÓRIA

"Era uma vez Sansuna, uma giganta da ilha de Gozo que foi até a localidade de Ta’ Cenc, colocou pedras enormes sobre um dos ombros e as carregou por 4 km até o local onde repousam hoje: Ġgantija, o 'Lugar dos Gigantes'. Como alguém que sabia conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, ela fez isso enquanto carregava seu bebê — meio gigante, meio humano — sobre o outro ombro. Com essas pedras pesadas, ela construiu o complexo de templos de Ġgantija e, posteriormente, permitiu que a população local realizasse suas adorações no local. Um detalhe mais incomum — e talvez irrelevante para a história (mas, afinal, são muitas vezes os pequenos detalhes que tornam um conto verossímil) — é que ela se alimentava exclusivamente de favas e mel (embora algumas versões substituam o mel por água).

Como toda boa lenda antiga, é uma história interessante, mas não é a única explicação para o complexo de templos megalíticos pré-históricos de Ġgantija. Eu também havia lido que o local servira como torre de defesa, construída, mais uma vez, por um grupo de gigantes (naturalmente)." – Fonte https://www.garryjshaw.com/malta-island-of-giants/

Sobre mim e meu trabalho: acesse o link da Bio - https://linktr.ee/angelanatel


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Uma estatueta de argila

 



Uma estatueta de argila do círculo de pedras de Xagħra, em Gozo, Malta, em exposição no centro de visitantes de Ġgantija. NEOLÍTICO, PRÉ-HISTÓRIA

"Era uma vez Sansuna, uma giganta da ilha de Gozo que foi até a localidade de Ta’ Cenc, colocou pedras enormes sobre um dos ombros e as carregou por 4 km até o local onde repousam hoje: Ġgantija, o 'Lugar dos Gigantes'. Como alguém que sabia conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, ela fez isso enquanto carregava seu bebê — meio gigante, meio humano — sobre o outro ombro. Com essas pedras pesadas, ela construiu o complexo de templos de Ġgantija e, posteriormente, permitiu que a população local realizasse suas adorações no local. Um detalhe mais incomum — e talvez irrelevante para a história (mas, afinal, são muitas vezes os pequenos detalhes que tornam um conto verossímil) — é que ela se alimentava exclusivamente de favas e mel (embora algumas versões substituam o mel por água).

Como toda boa lenda antiga, é uma história interessante, mas não é a única explicação para o complexo de templos megalíticos pré-históricos de Ġgantija. Eu também havia lido que o local servira como torre de defesa, construída, mais uma vez, por um grupo de gigantes (naturalmente)." – Fonte https://www.garryjshaw.com/malta-island-of-giants/

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