sexta-feira, 31 de julho de 2026

Hoje tem live!

 



Nesta live, considerarei três narrativas, Gênesis 38, 2 Samuel 13 e Juízes 19, nas quais os autores bíblicos empregam a fala feminina em momentos de crise na trama. Esses momentos são causados pela posição precária das mulheres no bêt ʾāb (casa do pai) que teorizo usando a estrutura do Modelo de Família Patrimonial (MFP). Avaliarei a fala das personagens femininas através da lente da análise sociolinguística de Laura Mary Elizabeth Hare sobre a fala de gênero na narrativa bíblica. Enquanto Tamar em Gênesis 38 usa manipulação e fala “masculina” para se reinserir com sucesso no bêt ʾāb,
Tamar em 2 Samuel 13 é vítima da manipulação masculina e sua fala “feminina” não a protege. A esposa secundária em Juízes 19 não possui fala verbal, apenas atos de fala, o que a deixa quase, mas não totalmente, à mercê do discurso masculino. Argumentarei que os autores bíblicos entendiam as personagens femininas como capazes de exercer certo grau de autonomia por meio do uso da fala normativamente masculina, mas apenas com o propósito de restabelecer a ordem social do Modelo de Família Patrimonial. Ative já o lembrete para não perder!
https://www.youtube.com/watch?v=Qitd681J0MQ



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Hoje tem live!

 



Nesta live, considerarei três narrativas, Gênesis 38, 2 Samuel 13 e Juízes 19, nas quais os autores bíblicos empregam a fala feminina em momentos de crise na trama. Esses momentos são causados pela posição precária das mulheres no bêt ʾāb (casa do pai) que teorizo usando a estrutura do Modelo de Família Patrimonial (MFP). Avaliarei a fala das personagens femininas através da lente da análise sociolinguística de Laura Mary Elizabeth Hare sobre a fala de gênero na narrativa bíblica. Enquanto Tamar em Gênesis 38 usa manipulação e fala “masculina” para se reinserir com sucesso no bêt ʾāb,
Tamar em 2 Samuel 13 é vítima da manipulação masculina e sua fala “feminina” não a protege. A esposa secundária em Juízes 19 não possui fala verbal, apenas atos de fala, o que a deixa quase, mas não totalmente, à mercê do discurso masculino. Argumentarei que os autores bíblicos entendiam as personagens femininas como capazes de exercer certo grau de autonomia por meio do uso da fala normativamente masculina, mas apenas com o propósito de restabelecer a ordem social do Modelo de Família Patrimonial. Ative já o lembrete para não perder!
https://www.youtube.com/watch?v=Qitd681J0MQ