domingo, 7 de junho de 2026

Asherah

 



Asherah era a Deusa Palestina, a Mãe de Todos os Deuses. Muito se sabe sobre ela a partir das tábuas de Ugarit, que datam do século XIV AEC. Ela era a consorte do Deus supremo, El, daí seu nome alternativo, Elath, a Deusa. As Divindades do antigo sudoeste Asiático geralmente têm dois nomes, ou melhor, um nome e um título, e são conhecidas por qualquer um deles. O paralelismo que caracteriza a poesia das línguas semíticas pode ser a razão para a perpetuação desse hábito, senão sua origem, como se vê:

“Ele clama a Asherah e seus filhos,

A Elath e à companhia de sua descendência.”

Asherah também é mencionada nas cartas de Amarna, do Egito do século XIV AEC. São registros de relatórios e correspondências de oficiais e emissários egípcios fora do país, sendo, portanto, um recurso importante. As cartas deixam claro que seus adoradores se consideravam seus “escravos”. Até hoje, os cristãos aceitam que são “escravos” de Deus, embora traduzam erroneamente o termo grego para “escravos” como “servos”.

Asherah era, então, uma Deusa conhecida em todo o Crescente Fértil. Os tradutores da Bíblia King James, no século XVII, ocultaram completamente a Deusa da vista dos fiéis, traduzindo “Asherah” como “bosque”. Os tradutores da Bíblia em geral reproduzem essa censura em suas traduções para o português. Juízes 3:7 admite que Baal e Asherah eram adorados em Israel. A Deusa Asherah é mencionada quarenta vezes na Bíblia Hebraica, o que os cristãos chamam de antigo Testamento, em sua língua original.

Saiba mais em minha tese de doutorado ~ https://angelanatel.wordpress.com/2025/02/25/pre-venda-do-livro-de-asherah-a-lo-ruchamah-tese-de-doutorado-de-angela-natel/


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Asherah

 



Asherah era a Deusa Palestina, a Mãe de Todos os Deuses. Muito se sabe sobre ela a partir das tábuas de Ugarit, que datam do século XIV AEC. Ela era a consorte do Deus supremo, El, daí seu nome alternativo, Elath, a Deusa. As Divindades do antigo sudoeste Asiático geralmente têm dois nomes, ou melhor, um nome e um título, e são conhecidas por qualquer um deles. O paralelismo que caracteriza a poesia das línguas semíticas pode ser a razão para a perpetuação desse hábito, senão sua origem, como se vê:

“Ele clama a Asherah e seus filhos,

A Elath e à companhia de sua descendência.”

Asherah também é mencionada nas cartas de Amarna, do Egito do século XIV AEC. São registros de relatórios e correspondências de oficiais e emissários egípcios fora do país, sendo, portanto, um recurso importante. As cartas deixam claro que seus adoradores se consideravam seus “escravos”. Até hoje, os cristãos aceitam que são “escravos” de Deus, embora traduzam erroneamente o termo grego para “escravos” como “servos”.

Asherah era, então, uma Deusa conhecida em todo o Crescente Fértil. Os tradutores da Bíblia King James, no século XVII, ocultaram completamente a Deusa da vista dos fiéis, traduzindo “Asherah” como “bosque”. Os tradutores da Bíblia em geral reproduzem essa censura em suas traduções para o português. Juízes 3:7 admite que Baal e Asherah eram adorados em Israel. A Deusa Asherah é mencionada quarenta vezes na Bíblia Hebraica, o que os cristãos chamam de antigo Testamento, em sua língua original.

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