quinta-feira, 5 de março de 2026

Atenção para a próxima live!

 



Os estudiosos babilônicos foram os primeiros a desenvolver um sistema rigoroso de leitura de signos visuais, segundo um método que hoje seria chamado de semiótica. Esse desenvolvimento intelectual surgiu da tradição acadêmica babilônica e assíria, que concebia a divisão entre artifício e realidade em termos completamente diferentes do conceito de mimese. Este último, um conceito grego antigo que aprendemos a considerar equivalente a representação, funciona essencialmente como uma divisão entre o original e a cópia ou representação. E embora escritos teóricos recentes sobre estética e filosofias da representação tenham apontado as limitações de se pensar a mimese em termos de original e cópia e tenham problematizado bastante o conceito imitativo, ainda existe a base essencial de uma dualidade na representação. Na Mesopotâmia, porém, a representação (escrita, imagens visuais, e outras formas) era pensada não como imitação do mundo natural, mas como participação nele e influência sobrenatural, até mesmo mágica. Venha para essa jornada de semiótica e arqueologia que trará novas perspectivas para sua compreensão da antiguidade. Ative já o lembrete para não perder! - https://www.youtube.com/watch?v=tHHHvDQhh1w




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Os estudiosos babilônicos foram os primeiros a desenvolver um sistema rigoroso de leitura de signos visuais, segundo um método que hoje seria chamado de semiótica. Esse desenvolvimento intelectual surgiu da tradição acadêmica babilônica e assíria, que concebia a divisão entre artifício e realidade em termos completamente diferentes do conceito de mimese. Este último, um conceito grego antigo que aprendemos a considerar equivalente a representação, funciona essencialmente como uma divisão entre o original e a cópia ou representação. E embora escritos teóricos recentes sobre estética e filosofias da representação tenham apontado as limitações de se pensar a mimese em termos de original e cópia e tenham problematizado bastante o conceito imitativo, ainda existe a base essencial de uma dualidade na representação. Na Mesopotâmia, porém, a representação (escrita, imagens visuais, e outras formas) era pensada não como imitação do mundo natural, mas como participação nele e influência sobrenatural, até mesmo mágica. Venha para essa jornada de semiótica e arqueologia que trará novas perspectivas para sua compreensão da antiguidade. Ative já o lembrete para não perder! - https://www.youtube.com/watch?v=tHHHvDQhh1w