Algumas narrativas tradicionais nas Escrituras Hebraicas projetam uma ideologia de guerra bastante diferente daquela da literatura bárdica discutida na live anterior da playlist Sacrifícios humanos. São histórias de vitória por meio de artimanhas encontradas em Gênesis 34, o confronto com os siquemitas por causa do estupro de Dinah, em Juízes 14-15, os confrontos de Sansão com os filisteus; em Juízes 3:15-30, o assassinato de Eglom por Eúde, em estilo de guerrilha, que inicia uma batalha maior com os moabitas; e em Juízes 4:17-24 e 5:24-31, o assassinato do general cananeu Sísera por Jael, a conclusão de uma vitória israelita na qual "nenhum (do inimigo) restou" (Juízes 4:16). Este grupo de representações de guerra tem muitas características em comum com as tradições bárdicas, no entanto, enquanto o padrão de guerra nos contos bárdicos envolve confronto direto entre inimigos, frequentemente a troca de provocações e um código de honra compartilhado, o confronto nos contos de trapaceiros se baseia no engano, uma ética totalmente em desacordo com o código de honra de um soldado. O herói ou heroína alcança a vitória enganando o inimigo. Ative já o lembrete para não perder! https://www.youtube.com/watch?v=YXqhO-ED_8A
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